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Categoria: Diversos

População idosa brasileira

19/04/2011
Já faz parte do senso comum que a população brasileira, seguindo tendência mundial, vem envelhecendo nas últimas décadas; desse modo, a pirâmide etária vai aos poucos afunilando sua base e encorpando-se nas faixas etárias mais avançadas.

Para se ter uma idéia, entre 1991 e 2000, a população de 60 anos ou mais passou de 10.722.705 milhões para 14.536.029 milhões, ou de 7,3% para 8,6% da população residente no país, segundo o IBGE.

Além de todas demandas que essa variação etária coloca em termos de políticas públicas, no que diz respeito a questões como previdência, empregabilidade e qualidade de vida, o envelhecimento da população, ainda que possa parecer lento, impacta ano a ano no mercado de consumo de produtos e serviços; cuidar desse impacto também faz parte da promoção a uma qualidade de vida mais geral a essa parcela de brasileiros.

Estudo realizado pela MultiFocus em 2010 revela que o mercado carece ainda de preparação para um público que anseia cada vez mais por conforto e bem-estar.

Nesse sentido, produtos e serviços antes considerados de acesso limitado à população de 60 anos ou mais, têm seu leque de consumo expandido, mas a tendência de mudança não é só esta. Muitos recusam-se a participar de atividades voltadas para a “terceira” ou a “melhor” idade, querendo ser tratados como quaisquer outros adultos, logo, consumindo os mesmos produtos e serviços.

Isso faz sentido, uma vez que as transformações de que essa parte da população é sujeita, muda seu arcabouço de códigos e valores, utilizado na interpretação da realidade, e logo em suas relações, anseios, padrão de consumo etc.

Resumindo, os “idosos” anseiam agora por aproveitar a vida, e não necessariamente, por descansar. A sociedade em geral e o mercado têm que se adaptar a esta mudança, que tende a se intensificar.

 

Normalização da Pesquisa no Brasil

07/02/2011
Desde meados de 2010, representantes de Institutos de Pesquisa têm participado da “Comissão de Estudo Especial de Pesquisa Social de Opinião e de Mercado” (ABNT/CEE-151), dentro do processo de Normalização da área.

Estabelecer essa Norma significa definir termos e conceitos, padrões de ações e de processos como requisitos mínimos desejáveis para a qualidade dos serviços prestados, com a finalidade de servir como diretriz geral para orientar empresas, órgãos e entidades atuantes em pesquisa.

O processo em andamento no Brasil caminha paralelamente à discussão da Norma de Pesquisa em âmbito mundial, em resposta à demanda da Esomar pela Normalização Internacional.

Atualmente, a discussão internacional conta com 27 países, sendo alguns países “observadores”, e outros participantes e definidores das normas, dentre os quais se inclui o Brasil – com a participação da MultiFocus.

Isso significa que profissionais de pesquisa do nosso país estão também colaborando com valores e opiniões técnicas às diretrizes da atividade de pesquisa em nível internacional, além de agregar as características da realidade brasileira à atividade.

No Brasil, o órgão responsável pela administração desse processo é a ABNT, único foro de normalização nacional, que tem promovido e moderado as reuniões da Comissão de Estudo, permitindo que todos os participantes possam discutir e estabelecer, por consenso, as regras e diretrizes para os serviços de pesquisa de opinião, social e de mercado desenvolvidos no país.

Com o estabelecimento de uma Norma para a pesquisa, qualquer instituto pode voluntariamente iniciar o processo de certificação junto às entidades competentes, agregando novo valor técnico e reconhecimento dentro do mercado em que atua.

Visa tem sucesso ao patrocinar momentos do futebol

04/02/2011
A campanha global “go.” da Visa, logo que chegou ao Brasil, conseguiu uma repercussão mundial, pois a marca teve a grande idéia de patrocinar o time do Corinthians quando Ronaldo, um dos maiores jogadores da história voltou ao futebol brasileiro. Não deu outra. No primeiro gol que o jogador marcou pelo time, ainda por cima contra o arqui-rival Palmeiras, a imagem do jogador com a marca impressa em seu uniforme correu o mundo todo. Era a volta do Ronaldo para o futebol e o começo de uma relação da Visa com momentos históricos do futebol brasileiro.

 

Ronaldo em seu 1º gol na equipe corinthiana

 

Robinho no Santos

Diante desse sucesso a marca de cartões repetiu a dose com outros jogadores importantes, do mesmo nível “seleção brasileira”, que voltaram para o futebol nacional. Com isso, ela repetiu a dose do sucesso com Robinho que vestia a campanha ao marcar o seu primeiro gol na volta para o Santos. E, mais recentemente, com Rivaldo na sua estréia eprimeiro gol na equipe são paulina. O próximo será Ronaldinho Gaúcho, embora a Visa já esteja patrocinando o time do Flamengo, o jogador ainda não marcou seu primeiro gol pela equipe. No entanto, isso não deve demorar muito, pois a marca tem trazido muita sorte na estréia desses jogadores e os jogadores tem trazido muita divulgação à marca.

Rivaldo em seu 1º gol jogando pelo São Paulo

Origem das marcas

26/08/2010
Algumas das maiores marcas mundiais carregam consigo fatos curiosos sobre a sua origem, alguns são lendas e outros são reais. Vejamos alguns deles:

Em 1920 na cidade de Herzogenaurach na Alemanha dois irmãos fabricavam sapatilhas, porém em 1948 esses dois irmãos brigaram e fundaram duas empresas distintas; um deles, Adolf Dassler, usou seu apelido “Adi” com as iniciais do seu sobrenome formando assim a Adidas enquanto o outro, Rudolf Dassler, deu origem à Puma.

Em 1980 os irmãos Kellogs trabalhavam no sanatório de Battle Creek em Michigan e ao buscar alguma alternativa para os pesados cafés da manhã de seus pacientes que incluía carnes etc, descobriram os flocos de milho (Corn Flakes) e, em 1906, fundaram uma empresa de flocos de milhos tostados que, em 1922, passou a se chamar Kellogg Company. No Brasil, os flocos de milhos passaram a ser chamados de Sucrilhos uma junção de “sugar”, “crisp” e “milhos”.

Na década de 60, Ferruccio, um italiano , fazendeiro e construtor de tratores dirigia carros “Ferrari” assim como grande parte da sociedade rica da época. Certo dia, porém, Ferruccio encontrou Enzo Ferrari enquanto fazia uma revisão de seu carro e foi reclamar a respeito do sistema de embreagem dos carros. Tratado com displicência por Enzo, recebeu uma resposta de nível semelhante a: “você é apenas um fazendeiro, não venha falar das minhas Ferrari’s”. Ferruccio, sentindo-se ofendido respondeu: “criarei então uma marca melhor que a sua, e te ensinarei a fazer embreagens!”.Alguns anos depois, Ferruccio apresentou seu primeiro protótipo, o 300 GT, que transformar-se-ia no primeiro carro de produção da Automobili Lamborghini, o 350 GT.

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Criado por Thiago Moura