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Site Multifocus

Festival youPIX

26/07/2011

A força que a internet exerce sobre o comportamento das pessoas é um fenômeno bem conhecido entre todos, entretanto, alguns acontecimentos na rede ainda surpreendem muita gente.

  • A cultura do tosco - Na internet parece que quanto mais tosca é a coisa mais as pessoas curtem.
  • Orkutização – Termo pejorativo para designar que uma rede da internet está sendo invadida por pessoas de classes mais baixas e, consequentemente, estragada por elas.
  • Webcelebridade – Indivíduo que ganhou notoriedade por conta de sua exposição na internet.

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Prix Jeunesse 2011

14/06/2011

Entrevista concedida por Ana Helena Meirelles Reis à rádio Estadão-ESPN sobre o Prix Jeunesse Iberoamericano 2011 e sua maior novidade, o grupo de júri formado apenas por crianças.

Confiram clicando no link :Entrevista Ana Helena Meirelles Reis- Prix Jeunesse

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Mídia Social

17/05/2011

Mídia Social (Social Media)

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Etnografia Digital – Uma ferramenta essencial para conhecer o usuário de internet

17/05/2011

Ana Helena Meirelles Reis

Nos últimos anos, a Internet vem ganhando força no Brasil e no mundo, tornando-se parte integrante da vida de muitos cidadãos. A porcentagem de domicílios brasileiros com acesso à Internet mais que dobrou de 2003 a 2008, chegando a 23,8%; os grandes responsáveis por este crescimento foram famílias com renda mensal abaixo de 10 salários mínimos. (PNAD, 2008)

Diante dessa tendência de crescimento do acesso ao meio digital, cada vez mais pessoas estão migrando algumas atividades do cotidiano para o meio online. Cabe, portanto, à pesquisa de mercado acompanhar esta evolução, criando novas metodologias adequadas ao ambiente de Internet.

A ETNOGRAFIA DIGITAL é um estudo observatório-interativo, que tem como objetivo entender o comportamento do consumidor na Web, observando sua navegação, interagindo com ele enquanto está online e coletando informações sobre sua relação com o ambiente digital, de forma a entender que tipo de mudanças essa inclusão digital provoca nos usuários da Internet.

Essa metodologia introduz uma inovação na pesquisa online, na medida em que o objeto de estudo é o ambiente online em si, tendo como foco o dia-a-dia das pessoas na Internet, o uso que fazem do meio e como se relacionam com esse mundo virtual.

Combina duas ferramentas essenciais em pesquisa – a medição e o entendimento. Isso porque observa e registra todo o comportamento de navegação na Internet de um painel de usuários pré-selecionados , ao mesmo tempo em que aplica a essa amostra questionários estruturados e os convida a participar de chats moderados por um profissional de pesquisa qualitativa. Com esse uso combinado das duas técnicas, é possível contrapor o comportamento real com o declarado, o que não só enriquece a pesquisa como agrega confiabilidade a seus resultados.

Tudo isso se passa dentro de um espaço próprio para a pesquisa, o site www.voceonline.multifocus.predicta.net  no qual os participantes se  logan,baixam um plug-in, respondem aos questionários e participam dos chats.

Mas para que finalidades usar a ETNOGRAFIA DIGITAL? O que se poderia conseguir como produto final desse tipo de metodologia de pesquisa?

Entre outras finalidades, a ETNOGRAFIA DIGITAL é a ferramenta mais eficaz para:

  1. Entender o perfil dos consumidores online e quais os impactos esta interação tem na sua vida offline
  2. Entender o que ele está fazendo online e assim definir estratégias de mídia e cross-mídia
  3. Identificar quais conteúdos e campanhas online e offline atraem mais o seu público-alvo
  4. Segmentar os internautas por perfis

Para exemplificar o que se obtém como produto final desse tipo de estudo, tomamos como base o projeto piloto realizado pela MultiFocus e Predicta em dezembro de 2009 com 50 mulheres de classe B2C, entre 25 e 49 anos, usuárias de Internet em seus domicílios e residentes em São Paulo.

O perfil de uso de Internet das mulheres investigadas, medido pelas URLs navegadas e pelo tempo em que ficavam conectadas, foi de uma navegação diária por mais de 2hs e do registro de que 58% delas se conectavam no período das 12 às 18hs.

E o que elas estavam fazendo na Web? Por onde navegavam, com que objetivos, e o que prendia sua atenção?

Em 11 dias de tracking entraram em mais de 2.700 URLs diferentes, o que possibilitou uma análise de seu perfil de navegação: sites de relacionamento (44%), de informações (38%), de entretenimento (10%), de compras (6%) e de serviços (1%). Em cada uma dessas categorias foram registrados os sites mais procurados e por quais usuárias, o que possibilitou levantar hipóteses sobre diferentes segmentos de usuárias de Internet na classe C.

Como primeiro resultado da análise dos questionários aplicados no site, observamos que essa mulher que já foi incluída no mundo digital se sente uma pessoa mais globalizada (79%), mais prática (38%) e até mais inteligente (15%). Como conseqüência, ela está mudando uma série de comportamentos de consumo de produtos e de mídia, procurando novas formas de entretenimento, abrindo outras opções de compras e se colocando de uma nova forma em relação às suas possibilidades de trabalho e aumento da renda.

Além disso, a entrada no mundo digital fez com que elas se sentissem mais livres para escolher seu tipo de entretenimento (60%) e declarassem também terem diminuído o tempo gasto com outras atividades como, por exemplo, assistir TV (61%) ou conversar pelo telefone (57%), transferindo esse tempo para ficar na web.

Isso foi confirmado pela forte presença de sites de redes sociais nas métricas de navegação (41% das URLs navegadas). O que fica claro é que a força das redes sociais para esses perfis de usuárias é tal, que elas estão usando esses sites para comprar e vender produtos, aprender habilidades que possam se transformar em trabalho remunerado, discutir assuntos do dia a dia, enfim, trazer para o meio digital aquela conversa da porta de casa ou do cafezinho da tarde com as amigas.

É nesse ambiente que se torna, portanto, interessante a presença de uma marca que conversa com elas. Dicas de moda, comportamento, etiqueta, saúde e beleza, por exemplo, são conteúdos presentes nas URLs navegadas que abrem novas possibilidades para comunicação de produtos e marcas parceiras da mulher nessa busca por um crescimento pessoal e social independente da categoria de produto que ela oferece.

A entrada em sites de campanhas promocionais que estavam sendo anunciadas em outras mídias, a experiência de criar um personagem feminino virtual da mesma forma que a personagem de uma novela de TV  fez, e mais inúmeras descobertas desse piloto demonstram a oportunidade que a ETNOGRAFIA DIGITAL traz para embasar anunciantes e agências na criação de suas de estratégias de comunicação com os novos consumidores inseridos no ambiente digital.

Finalmente, é importante ressaltar que a Etnografia Digital permite adaptações para qualquer perfil de internautas, sejam eles buscados nas comunidades da Web, ou nos próprios sites das empresas, de forma a montar painéis que atendam aos mais diversos objetivos e questionamentos de quem tem necessidade de informações sobre esse meio, que vem mudando claramente o comportamento do consumidor no Brasil e no mundo.

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Inteligência competitiva e Mídia Social

17/05/2011

Segundo o site Social Media B2B, o investimento das empresas nas mídias sociais crescerá ainda mais nos próximos anos e as empresas que forem capazes de por em prática programas de gerenciamento dos meios sociais vão conquistar uma posição de liderança.

A partir das análises do Social Media B2B, foram selecionadas 10 idéias chave para o sucesso dessas empresas no uso da mídia social:

1 – Mobilidade

Com o crescimento dos smartphones, a experiência móvel será cada vez mais importante e, na medida em que as pessoas continuem a se ligar às redes sociais nos seus aparelhos móveis, as páginas web das empresas devem adaptar-se aos múltiplos dispositivos e oferecer conteúdos móveis relevantes.

2 – Importância das API abertas

A informação será cada vez mais portátil e a importância das API abertas será cada vez mais clara para as empresas. Da mesma forma que o êxito inicial do Twitter se baseou em abrir o seu fluxo de dados aos programadores para seu próprio uso, as aplicações internas oferecerão a capacidade de extrair informação conjunta para formar uma imagem mais clara da organização.

3 – Coleta, analise e apresentação visual dos dados

Uma vez que as API estejam disponíveis, as empresas vão começar a ter um maior trabalho na coleta e análise dos dados das suas plataformas sociais. A partir desse momento, já não servirá de nada apresentar uma grande quantidade de folhas de dados ou grandes apresentações; a análise dos dados deve ser apresentada em diferentes formas visuais, incluindo muito mais do que tabelas ou gráficos – pode ser em nuvens de palavras, visualizações e infográficos, de forma a facilitar o entendimento, absorção e gerenciamento de informações mais complexas como as que resultam das novas mídias.

4 – Histórias a serem partilhadas e não somente comunicadas

Na medida em que mais empresas adotem os “social media” como meio de se conectar com seus clientes, elas terão que desenvolver histórias convincentes para partilhar a sua mensagem com esse público. Isto marcará uma mudança na comunicação profissional e na distribuição tradicional das mensagens de marketing ou comunicados de imprensa. Cada mensagem partilhada numa plataforma de rede social é uma peça que tem que fazer parte de uma grande e convincente história.

5 –  Crescimento contínuo dos buscadores e redes sociais

A importância dos buscadores para os responsáveis pela tomada de decisões nas empresas é crescente; ainda que seja difícil imaginar ainda mais expansão neste domínio, em 2011, a previsão é de que os buscadores e as redes sociais estarão lado-a-lado.

6 – Ampliação dos fóruns das redes sociais

Apesar das três plataformas principais (Twitter, Facebook e LinkedIn), continuarem a reinar na maioria das empresas, os fóruns serão mais importantes este ano. As empresas estão a aprender a comunicar com os utilizadores de forma mais autêntica e transparente, o que acabará por dar os seus frutos.

7 – O ano da transformação

Se 2010 foi o ano em que se gerou um interesse pela área de “social media”, cujas soluções foram adotadas por múltiplas empresas. 2011 será o ano em que as empresas redefinirão a aproximação que têm com meios sociais: utilização das mídias sociais como caminho para medir o seu êxito no mercado, para gerar compras e mais do que isso como ferramenta de gestão de clientes (CRM), o que representará um importante papel na transformação do mercado.

8 – O serviço ao cliente é mais social do que marketing

Os responsáveis pelas áreas de atenção ao cliente serão mais importantes do que nunca nesta nova era das redes sociais, e eles sabem disso. Cada resposta que dão a um cliente pode ser rapidamente difundida nestes meios. As empresas devem estar preparadas para responder a possíveis queixas de clientes através das redes sociais.

9 – As redes sociais serão mais aceitas nas grandes empresas

Muitas empresas tem incorporado as redes sociais em muitos aspectos do negócio. Mas, ao mesmo tempo, continuam a bloquear o acesso dos seus funcionários às redes sociais por problemas de produtividade e segurança. Segundo o Social Media B2B, o êxito continuado de empresas que não colocam esse tipo de restrição ajudará a que o resto das empresas abram o acesso e comecem a explorar as opções das redes sociais internamente.

10 – Abandono prematuro dos “social media”

Finalmente, como nem tudo pode ser positivo, também haverá empresas que abandonarão de forma prematura os seus esforços no campo dos meios sociais porque não se dão conta de todo o valor que tem para elas. O êxito pode requerer tempo, mas para os que  não percebem os  novos meios sociais como mais um canal de marketing, não há tempo que valha.

Texto retirado do site Computerworld.com.pt

Fonte:http://www.computerworld.com.pt/2010/12/23/redes-sociais-chave-para-o-exito-das-empresas-em-2011/

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População idosa brasileira

19/04/2011

Já faz parte do senso comum que a população brasileira, seguindo tendência mundial, vem envelhecendo nas últimas décadas; desse modo, a pirâmide etária vai aos poucos afunilando sua base e encorpando-se nas faixas etárias mais avançadas.

Para se ter uma idéia, entre 1991 e 2000, a população de 60 anos ou mais passou de 10.722.705 milhões para 14.536.029 milhões, ou de 7,3% para 8,6% da população residente no país, segundo o IBGE.

Além de todas demandas que essa variação etária coloca em termos de políticas públicas, no que diz respeito a questões como previdência, empregabilidade e qualidade de vida, o envelhecimento da população, ainda que possa parecer lento, impacta ano a ano no mercado de consumo de produtos e serviços; cuidar desse impacto também faz parte da promoção a uma qualidade de vida mais geral a essa parcela de brasileiros.

Estudo realizado pela MultiFocus em 2010 revela que o mercado carece ainda de preparação para um público que anseia cada vez mais por conforto e bem-estar.

Nesse sentido, produtos e serviços antes considerados de acesso limitado à população de 60 anos ou mais, têm seu leque de consumo expandido, mas a tendência de mudança não é só esta. Muitos recusam-se a participar de atividades voltadas para a “terceira” ou a “melhor” idade, querendo ser tratados como quaisquer outros adultos, logo, consumindo os mesmos produtos e serviços.

Isso faz sentido, uma vez que as transformações de que essa parte da população é sujeita, muda seu arcabouço de códigos e valores, utilizado na interpretação da realidade, e logo em suas relações, anseios, padrão de consumo etc.

Resumindo, os “idosos” anseiam agora por aproveitar a vida, e não necessariamente, por descansar. A sociedade em geral e o mercado têm que se adaptar a esta mudança, que tende a se intensificar.

 

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Social Media Week

10/02/2011

 

Continuando o tópico sobre conectividade, nessa sexta-feira termina em 9 cidades do mundo a “Social Media Week”.  O evento que inclui a cidade de São Paulo reúne blogueiros, empresários e interessados para debater sobre as novas mídias sociais e seus usos.  As outras cidades participantes são: Nova York, Londres, Berlim, Roma, Paris, Hong Kong, Istambul e Toronto.

O evento ocorre em São Paulo na Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP) e tem o patrocínio de várias grandes empresas como Pespsico, Santander e Oi.  Embora as incrições estejam esgotadas ainda é possível assistir às palestras em tempo real e saber mais sobre o evento no site abaixo.

http://socialmediaweek.org/saopaulo/

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Normalização da Pesquisa no Brasil

07/02/2011

Desde meados de 2010, representantes de Institutos de Pesquisa têm participado da “Comissão de Estudo Especial de Pesquisa Social de Opinião e de Mercado” (ABNT/CEE-151), dentro do processo de Normalização da área.

Estabelecer essa Norma significa definir termos e conceitos, padrões de ações e de processos como requisitos mínimos desejáveis para a qualidade dos serviços prestados, com a finalidade de servir como diretriz geral para orientar empresas, órgãos e entidades atuantes em pesquisa.

O processo em andamento no Brasil caminha paralelamente à discussão da Norma de Pesquisa em âmbito mundial, em resposta à demanda da Esomar pela Normalização Internacional.

Atualmente, a discussão internacional conta com 27 países, sendo alguns países “observadores”, e outros participantes e definidores das normas, dentre os quais se inclui o Brasil – com a participação da MultiFocus.

Isso significa que profissionais de pesquisa do nosso país estão também colaborando com valores e opiniões técnicas às diretrizes da atividade de pesquisa em nível internacional, além de agregar as características da realidade brasileira à atividade.

No Brasil, o órgão responsável pela administração desse processo é a ABNT, único foro de normalização nacional, que tem promovido e moderado as reuniões da Comissão de Estudo, permitindo que todos os participantes possam discutir e estabelecer, por consenso, as regras e diretrizes para os serviços de pesquisa de opinião, social e de mercado desenvolvidos no país.

Com o estabelecimento de uma Norma para a pesquisa, qualquer instituto pode voluntariamente iniciar o processo de certificação junto às entidades competentes, agregando novo valor técnico e reconhecimento dentro do mercado em que atua.

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Visa tem sucesso ao patrocinar momentos do futebol

04/02/2011

A campanha global “go.” da Visa, logo que chegou ao Brasil, conseguiu uma repercussão mundial, pois a marca teve a grande idéia de patrocinar o time do Corinthians quando Ronaldo, um dos maiores jogadores da história voltou ao futebol brasileiro. Não deu outra. No primeiro gol que o jogador marcou pelo time, ainda por cima contra o arqui-rival Palmeiras, a imagem do jogador com a marca impressa em seu uniforme correu o mundo todo. Era a volta do Ronaldo para o futebol e o começo de uma relação da Visa com momentos históricos do futebol brasileiro.

 

Ronaldo em seu 1º gol na equipe corinthiana

 

Robinho no Santos

Diante desse sucesso a marca de cartões repetiu a dose com outros jogadores importantes, do mesmo nível “seleção brasileira”, que voltaram para o futebol nacional. Com isso, ela repetiu a dose do sucesso com Robinho que vestia a campanha ao marcar o seu primeiro gol na volta para o Santos. E, mais recentemente, com Rivaldo na sua estréia eprimeiro gol na equipe são paulina. O próximo será Ronaldinho Gaúcho, embora a Visa já esteja patrocinando o time do Flamengo, o jogador ainda não marcou seu primeiro gol pela equipe. No entanto, isso não deve demorar muito, pois a marca tem trazido muita sorte na estréia desses jogadores e os jogadores tem trazido muita divulgação à marca.

Rivaldo em seu 1º gol jogando pelo São Paulo

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Geolocalização

02/02/2011

Continuando os posts passados desse blog sobre conectvidade, outro recurso que está começando a ser explorado no Brasil é a geolocalização principalmente por meio de uma rede social que está se tornando cada vez mais famosa na internet, o Foursquare. Nela, as pessoas podem, a partir de algum dispositivo móvel, marcar onde se encontram, dar suas opiniões sobre o lugar e ver a opinião de outras pessoas. Para cada check-in existe um sistema de pontuação e a pessoa que vai muitas vezes ao mesmo lugar pode se tornar prefeito do lugar. Sabendo disso, muitas empresas estão realizando ações promocionais com aqueles que frequentam muito o estabelecimento.

O recurso traz muitas vantagens aos anunciantes que podem informar benefícios e promoções de acordo com a localização da pessoa e, também,  para o usuário que pode encontrar algum restaurante, loja etc perto do lugar onde se encontra. No entanto, a geolocalização ainda gera certa polêmica no que se diz respeito à privacidade. Já precisaram ser retirados do ar sites na internet que avisam quando a casa está vazia se a pessoa está “postando” ou “twittando” de outros locais. Mas, nessas novas redes sociais como o Foursquare ou o Google latitude, você precisa autorizar as pessoas que podem ver sua real localização. Sendo assim, se você só adicionar amigos confiáveis teoricamente não há nenhum problema.

Muitos anunciantes vem apostando no Foursquare para se aproximar de seus clientes, como é o caso da rede de temakeria Koni, e da Perdigão, que desenvolveram ações promocionais de acordo com a localização e check-in das pessoas na rede social.

 

Foursquare, a maior rede social que se utiliza de geolocalização

 

 

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Blog Multifocus

Criado por Thiago Moura