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Categoria: Comportamento

Consumidores estão na internet e ao mesmo tempo vendo televisão

10/04/2010
A grande tendência observada atualmente é a convergência dos meios. Tanto as propagandas e promoções de empresas quanto programas e séries de televisão estão participando não somente de uma mídia isolada, mas tentando explorar o que cada um dos meios pode agregar aos seus objetivos.

Um dado interessante é que, nos EUA, quase 60% das pessoas que assistem televisão usam a internet ao mesmo tempo pelo menos 1 vez por mês, de acordo com a Nielsen.

O mais interessante ainda é que, dentre estes que utilizam as duas mídias ao mesmo tempo, percebe-se que o tempo gasto em frente à televisão é maior do que a média, contrariando alguns anseios de que a TV poderia matar a internet.

Interessante não?!

Dia 15/03: Dia Mundial do Consumidor. O que você está fazendo para mantê-lo?

15/03/2010
Hoje é o dia do consumidor!

O que sua empresa está fazendo para mantê-lo? Por mais que você não atue diretamente no meio digital, o quanto esta nova era está afetando a sua relação com os seus consumidores?

De acordo com diversas pesquisas realizadas pela MultiFocus nos últimos anos, observamos que uma das maiores mudanças acarretadas pela inclusão digital foi a possibilidade de os consumidores se sentirem mais à vontade para dar a sua opinião, mesmo que de forma anônima.

Há uma percepção de que agora as empresas estão mais acessíveis e mais abertas à sua participação, incentivando-os a dizer o que pensam.

É uma evolução incrível tanto para todos consumidores, que podem se sentir mais satisfeitos com as suas compras, quanto para as empresas, que devem se beneficiar deste novo comportamento!

Por que as mensurações matam a criatividade?

11/03/2010
Achamos este texto incrível e decidimos colocá-lo na íntegra.

“Por que as mensurações matam a criatividade?

Assim como o vídeo matou as estrelas do rádio, as mensurações estão acabando com a criatividade. Quando a economia cai bruscamente, os anunciantes ficam nervosos. E quando as vendas seguem o mesmo caminho, os clientes param de aprovar idéias criativas e começam a se debruçar sobre números.

Nenhum cliente dirá abertamente que o caminho criativo, trilhado por sua agência, pelos complicados universos das mídias sociais e do branding online está errado. Mas eles não economizarão em hipocrisia ao dizer que os números não apóiam a criatividade. Assim, nos tornamos absolutamente talentosos no campo das mensurações.

Hoje, a maioria das agências está ajudando os clientes a adaptarem as novas soluções tecnológicas para se comunicarem melhor com seus consumidores, desenvolvendo e usando poderosas ferramentas que propiciam um novo patamar de mensuração sofisticada. Mas será que não fomos longe demais?

Recentemente, travei uma árdua batalha com um cliente determinado a deixar os números ditarem toda uma nova estratégia criativa.

O fato é que a criatividade não pode ser quantificada. E a costumeira dependência e demanda de nossos clientes (e de nós mesmos) por mensurações é exatamente o porquê de a criatividade estar indo para o espaço.

Quando as decisões de marketing são baseadas em números, perdemos completamente nossa vontade de “perder” tempo sendo criativos. Fomos permanentemente proibidos de cairmos na tentação de voltarmos a seguir apenas as nossas intuições. Claro que não estou advogando pela morte da mensuração, apenas exponho um diferente ponto de vista no qual a criatividade representa a vanguarda.

Estamos nos esquecendo de que a preferência por uma marca é baseada em conexões emocionais. Nenhuma ferramenta de mensuração irá mudar isso. Ponto. Mais importante, são as novas e grandes ideias – e não números mastigados – que, após a experiência inicial, permanecem na mente das pessoas. São elas que realmente fazem uma marca se conectar com um consumidor, propiciando recalls dela hoje e no futuro, como provam diversos estudos de cases.

Ao descrever sua teoria de “stickiness” em publicidade, Malcolm Gladwell conta que, há cerca de quatro décadas, o legendário Les Wunderman, temendo a perda de um cliente de longa data (a Columbia House Records), se lançou em uma disputa ferrenha com a poderosa McCann Erickson. Guiada por suas sofisticadas pesquisas e os números resultantes delas, a McCann propôs uma cara campanha massiva em horário nobre que incrementou em 19,5% as reações do público, em uma concorrência da Columbia.

Ao mesmo tempo, Wunderman sugeriu uma ação mais barata, que misturava uma caça ao tesouro com um brinde. Ele sabia, porém, que sua idéia estabeleceria uma conexão e engajaria seu público alvo. Pois bem: Wunderman conseguiu o espantoso índice de 80% de aumento nos mercados aos quais ele aspirava, aniquilando totalmente com os números da McCann.

Sem dúvida, será necessário estabelecer certos dogmas para contestar firmemente a metodologia corrente dos clientes. Para estarmos seguros, teremos que nos aproveitar de áreas menos populosas. A compreensão das mídias sociais não é a resposta para tudo. É hora, mais uma vez, das grandes ideias criativas – para desafiar as convenções e verificar o que a criatividade pode fazer por sua marca.

Como os anunciantes continuam a se basear em mensurações, alcançar um posicionamento exclusivo para uma marca está se tornando um trabalho cada vez mais difícil. Talvez o jeito mais rápido de encerrar este ciclo é se lembrar, sempre, que as grandes ideias não surgem de estatísticas – mas com certeza elas podem entregar números melhores para seus clientes.

* Patrick Sarkissian, CEO da Sarkissian Masoni, agência de inovação digital
Do Ad Age.”

Fonte: M&M Online

Conheça alguns dos comportamentos das mulheres quando o assunto é beleza

11/03/2010
Você já parou para pensar o quanto uma mulher gasta com maquiagem na vida?

Pesquisa feita na Inglaterra pela Superdrug mostra que este valor é de R$13.000,00. O porquê de gastar tanto? Se sentir mais confiante, na moda e jovem. Quanto não vale isso!

Alguns dados interessantes:

1) As mulheres gastam em media 20 minutos por dia se maquiando, o que perfaz 330 dias durante a vida.
2) Desde os 16 anos, as mulheres passam a consumir rímel, base e batom, comprando produtos novos pelo menos cinco vezes por ano. O gasto médio em cada compra é de R$ 36.
3) 70% das mulheres nunca saem de casa sem maquiagem.
4) 50% dos homens nunca viram suas namoradas sem algum tipo de maquiagem, mesmo na cama.
5) 68% das entrevistadas sentem-se mais confiantes se estão totalmente maquiadas, usando base, rímel, batom e não gostam de serem vistas de cara limpa.
6) 50% das mulheres disseram usar maquiagem o tempo todo.
7) 41% revelaram que “seria a morte” ser vista por uma colega sem estar maquiada.
8 ) 50% afirmaram não aparecer de cara totalmente limpa nem perante as melhores amigas.
9) 16% nunca encarariam seus parentes sem estar maquiada.
10) Segundo 1/3 das entrevistadas, elas não saem de casa sem maquiagem, sem desodorante e sem fazer escova no cabelo.
11) A pesquisa apontou os itens fundamentais em ordem de importância para as mulheres. Nesta ordem, rímel, base, hidratante labial, delineador, corretivo, batom, blush, sombra, pó e gloss labial.
12) 71% das mulheres sentem-se mais bonitas quando estão maquiadas e acham que colegas, amigos e parentes se surpreenderiam negativamente com sua aparência se a vissem sem o uso desses cosméticos.

Será que o comportamento das latino-americanas é parecido?

Confira a matéria no Terra

Como entender o usuário de internet versus o usuário de internet mobile?

11/03/2010
Hoje em dia fala-se muito em mobile marketing: sms, bluetooth, sites móveis…

O fato é que, para traçar estratégias no mobile, precisa-se entender outro mundo, bem diferente da internet. Apesar de o celular ter conexão à internet, o momento de uso é completamente outro. As pessoas estão com pressa, querem ver algo rápido, direto. É um outro comportamento que exige um approach diferente.

Agora, qual é exatamente este comportamento? Como as pessoas interagem com o mobile? O que elas esperam encontrar de diferente nas duas plataformas? São muitas perguntas que ainda devemos ir atrás!

Vão ai algumas considerações interessantes da TV1.

Diga adeus às sacolinhas de plástico!

11/03/2010
Você já pensou em como seria chegar em um supermercado e não achar mais as tão tradicionais sacolinhas de plástico?

Com certeza isto te exigiria uma grande mudança nos seus hábitos de compra (para melhor, diga-se de passagem!).

Pois bem, isso irá acontecer mais cedo ou mais tarde. O Carrefour acaba de anunciar que em 4 anos não haverá mais as tradicionais sacolinhas de plásticos em suas lojas, seguindo o exemplo do que já foi feito na França, Bélgica e Polônia.

Como os consumidores irão levar para a casa as suas compras? O supermercado disponibilizará caixas de papelão ou você pode também comprar uma sacola de pano.

A tendência das redes de varejo de terem um comportamento “verde” está cada vez mais forte. O Walmart e o Pão de Açúcar lançaram também outros projetos sustentáveis e adotaram práticas ecologicamente corretas em sua linha de produção e de distribuição.

Este novo mindset sustentável, de alguma maneira empurrado pelas empresas e de outra puxado também pelos consumidores, com certeza impactará os hábitos das pessoas. Será uma nova forma de ir às compras, uma nova maneira de adquirir um produto, uma nova de escolher as marcas… Estamos querendo ver isso se concretizar logo!

Notícias online se tornaram uma experiência social compartilhada

11/03/2010
Pesquisa divulgada pela CNN este mês mostra alguns dados muito interessantes com relação ao comportamento dos americanos na internet.

• ¾ declaram que ficam sabendo de notícias via email ou redes sociais
• 61% falam que lêem pelo menos alguma notícia online
• 92% vêem notícias por múltiplas plataformas

A lealdade a um meio de comunicação já não existe mais. Agora o que os consumidores querem são múltiplos formatos e múltiplas plataformas.

O que eles buscam? 73% dos pesquisados procuram notícias sobre o tempo, 52% sobre esportes e 47% sobre entretenimento ou celebridades.

A pesquisa ainda sugere que Twitter e Facebook tornaram a experiência de ler notícias muito mais participativa do que antes. As pessoas agora colocam seus artigos ou tweets online e geram uma discussão em cima disso. As notícias por si só se tornaram uma experiência social compartilhada. Interessante, não?

Como será que é no Brasil?! Nossa opinião: a tendência é que os brasileiros sigam o mesmo caminho. Mas precisa-se fazer muita pesquisa ainda para estudar o comportamento dos internautas brasileiros.

Recapitulando a internet no Brasil

10/03/2010
Recapitulando a internet no Brasil:
- 66 milhões de internautas
- 83% dos acessos via banda larga

E da onde vem este crescimento?
- inclusão digital da classe C
- venda de PCs maior que de TVs
- interesse por informações e redes sociais virtuais

Tendências para 2010?!

Pesquisar, pesquisar muito! O comportamento do internauta é ainda um mistério e para traçar estratégias no meio digital é necessário primeiramente entendê-lo muito bem.

Conheça como a Etnografia Digital pode ajudar.

Steve Jobs lança outra de suas apostas para uma grande mudança de hábito: o Ipad.

10/03/2010
O mundo conheceu o IPad oficialmente esta semana no intervalo do Oscar. A Apple apresenta o comercial do produto e o suspense que estava no ar terminou. Para quem quiser comprá-lo, o produto estará a venda a partir do dia 3 de abril, mas provavelmente só nos EUA.

Sem entrar no questionamento das suas funcionalidades e o quanto ele é inovador quando comparado ao IPhone, é fato que Steve Jobs aposta em uma mudança no comportamento. E, como de bobo ele não tem nada, resta a nós tentar desvendar estes impactos.

Ninguém segura estas mulheres! Elas já são maioria entre os ricos e prósperos do Brasil!

10/03/2010
Segundo levantamento da Serasa Experian, existem mais mulheres do que homens no segmento de Ricos e Prósperos. Esta fatia, que representa 7,12% da população, possui 4,7 milhões de homens versus 4,9 milhões de mulheres.

Esta maior representatividade feminina é puxada pelo aumento do número de mulheres em carreiras de destaque, com boa qualificação, alta renda e capacidade de influenciar opiniões.

O segmento de Profissionais em Ascensão também tem a liderança feminina, representada pela mulher batalhadora, que no curto e médio prazo estará em cargos de liderança.

Dá-lhe terninho e salto-alto para dar conta de todas estas mulheres poderosas.

O interessante é conseguir entender o comportamento de consumo desta nova mulher, em ascensão.

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Criado por Thiago Moura