26/02/2010
O Censo de 2010 começa em agosto e terá uma grande novidade. A internet será usada como meio de coleta de respostas.
Será feito da seguinte maneira: o recenseador vai a um determinado domicílio e o mapeia, usando seu computador de mão. Se o morador não puder recebê-lo no momento, e quiser responder via internet, o funcionário vai expedir um código de acesso vinculado àquele domicílio, que deverá ser usado pelo morador quando for responder ao questionário on-line.
Depois de 10 dias, se o entrevistado não responder, receberá um telefonema lembrando-o do compromisso e, se ainda assim, não enviar o formulário, o recenseador voltará à casa para terminar de preencher as respostas.
O questionário virtual poderá ser respondido aos poucos, sendo salvo a cada atualização. Com isso, as informações vão, paulatinamente, entrando para o sistema de dados do IBGE. Mas para ser considerado válido, algumas questões básicas como idade, sexo e outros dados, precisarão ser respondidas no ato.
O uso da rede será tema de perguntas do formulário. Nas respostas dos entrevistados, também foi adicionada a opção de cônjuges do mesmo sexo.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1506861-5598,00-CENSO+VAI+PODER+SER+RESPONDIDO+VIA+INTERNET.html
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17/02/2010
Você já parou para pensar que as séries de televisão estão de alguma maneira ligadas aos pensamentos de grandes filósofos?
Isso é o que o livro “Philosophie en Séries” (“Filosofia em Séries”) escrito por Thibaut de Saint Maurice tenta discutir. Para ele, as séries são uma maneira de trazer à cultura de massa a filosofia clássica, com temas contemporâneos. Segundo seu estudo, as seguintes séries poderiam ter sido escritas por:
- 24 Horas: Kant (1724-1804) O fim não justifica os meios. Cumprir o dever não é buscar o melhor resultado e, sim, seguir a lei moral. Já John Stuart Mill (1806-1873) defende que todos os meios são válidos desde que visem o bem de muita gente
- House: Sócrates (470-399 a.C.) O método dialético defende que uma resposta (ou hipótese) é verdadeira se resistir à refutação, ou seja, à contradição. Daí a importância das perguntas bem feitas.
- Lost: Thomas Hobbes (1588-1679) O estado natural dos homens é um estado de liberdade que, para Hobbes, leva à guerra e à insegurança. Os laços sociais não são criados por afetos, mas para tornar possível a convivência.
- Desperate Housewives: Schopenhauer (1788-1860) Viver é, essencialmente, sofrer, já que a vida é atravessada por um desejo que não se completa, até porque, caso um desejo se realize, outro surgirá em seu lugar.
- CSI: Aristóteles (382-322 a.C.) O silogismo é um arrazoado que reduz a verdade a partir de premissas consideradas, elas mesmas, verdadeiras. É a verdade das premissas que garante a verdade da conclusão.
- Grey’s Anatomy: Nietzsche (1844-1900) Se, para Nietzsche, o trabalho é um instrumento de controle da individualidade, para seu contemporâneo Alain (1868-1951), o trabalho da aos homens uma nova identidade e os faz tomar consciência de suas capacidades.
Para ler mais sobre o tema, veja a reportagem da Folha:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u693612.shtml
Tags: séries
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12/02/2010
Este mês o McLanche Feliz trará a Turma do Chaves, com a missão de transmitir dois importantes valores às crianças – “Amizade e cooperação”, seguindo o conceito da plataforma “Mundo Feliz Ronald McDonald”.
O repertório de heróis que a criança elege a partir dos personagens televisivos vai além de simples super-heróis; ele hoje é povoado de significados importantes para a formação de sua personalidade, com diferenciadas roupagens, padrões estéticos representações de gênero, e refletem a procura natural da criança por simbologias que as ajudem a entender e se comportar no mundo real.
Confira um estudo feito pela MultiFocus sobre “Heróis, super-heróis ou anti-heróis… quem são os personagens televisivos preferidos das crianças brasileiras?” na nossa loja online.
Tags: personagens
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11/02/2010
Levantamento do IBOPE mostra que 66,3 milhões de brasileiros já usam internet.
Um brasileiro navega em média 44 horas por mês! O que poderia ser considerado 1 hora e meia por dia! O mais interessante é pensar que o povo brasileiro está a frente dos EUA (40h), Austrália (39h), França (38h), Reino Unido (37h), Espanha (35h), Alemanha (33h), Japão (31h) e Itália (29h). Países de primeiro mundo que teoricamente utilizariam a internet para muito mais finalidades. O que o brasileiro vem fazendo na internet, então?!
Sabemos que as categorias de acesso que mais cresceram foram: Ocasiões Especiais (puxada pela subcategoria Cartões de Felicitação e Festas e Comemorações), Finanças e Investimentos (mais consumidores resolvendo problemas de banco online), Lojas de varejo (comércio eletrônico sendo mais aceito), Telecomunicações e Serviços de Internet (categoria com maior tempo de navegação, uma vez que engloba e-mail) e Vídeos e Filmes.
O que resta saber é o que está por trás destes números. Qual perfil de consumidor está por trás deste crescimento? Quem lidera as tendências da web? Como um público específico, que você tem interesse em atingir, se comporta dentro deste cenário?!
São perguntas que vão realmente muito além dos números!
Tags: internet
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10/02/2010
Ana Helena Reis, da MultiFocus, e Claudia Woods, da Predicta, apresentam:
Etnografia Digital: Um estudo observatório-interativo do comportamento das mulheres na internet
Venha conhecer esta nova metodologia!
Mais informações sobre o Congresso no site:
http://www.abep.org/novo/Content.aspx?ContentID=291
Tags: Etnografia Digital
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10/02/2010
A revista Época de 3/12/2003 teve como
capa “Infância Turbinada”, baseada no estudo KIDDOs feito pela MultiFocus, em que foi traçado um perfil das crianças brasileiras de hoje; além de mais inteligentes, são ligadas em novas mídias, informadas, vaidosas, consumistas e folgadas.
(…) Também na hora das compras em família a garotada tem voz ativa. Influencia na escolha da marca do salgadinho, biscoito, cereal, refrigerante, suco, sorvete e dos doces. Bombardeadas pelo mercado, as crianças são consumistas, sim, e não negam. Mais que isso, estão estressadas pela pressão de ter o que os outros têm. Isso cria problemas para o desenvolvimento de sua identidade, independentemente do nível socioeconômico. ”Elas querem ser elas mesmas, mas, ao mesmo tempo, precisam seguir o padrão estabelecido pelos amigos para conseguir a aceitação do grupo”, afirma Ana Helena Reis, proprietária da MultiFocus, empresa responsável pela análise da pesquisa da Cartoon e por outros estudos sobre o comportamento infantil. ”Para conquistar seu espaço, estão dando cada vez mais importância à posse – não apenas de brinquedos e roupas, mas de tecnologia e tudo o que o dinheiro possa comprar.” (…)
Para ler a matéria na íntegra acesse:
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT626092-1664-1,00.html
Tags: crianças, Infância, Kiddos
Postado em Kiddos - ententendo hábitos e atitudes de crianças, Na Mídia
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10/02/2010
(…) Um levantamento, feito pela
MultiFocus, especializada em pesquisas de mercado, comprova que a criançada das faixas de maior poder aquisitivo realmente está ligada nos meios de comunicação e muito bem informada sobre lançamentos de produtos. A globalização faz com que as crianças tomem conhecimento até dos lançamentos internacionais, já que elas navegam em sites de diversos países e assistem canais de TV a cabo estrangeiros. Segundo o levantamento, realizado em 2003, com crianças entre 6 e 11 anos, 99% assistem televisão, 87% ouvem rádio, 79% lêem quadrinhos, 34% usam a internet e 34% lêem ou folheiam algum jornal. A diretora da MultiFocus, Ana Helena Meirelles Reis, afirma que muitos pais ouvem o que as crianças têm a dizer justamente porque sabem que elas possuem boa bagagem de informação e conhecem os lançamentos do mercado. “
Muitas vezes, a novidade chega em casa pela criança”, diz Ana Helena. (…)
http://revistapegn.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA817083-2991-1,00.html
Tags: perfil das crianças
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09/02/2010
A internet é a mídia preferida dos adolescentes e, aos poucos, toma o espaço que antes era ocupado pela televisão. Essa é uma das conclusões da
pesquisa MídiaQ 2005, realizada pela MultiFocus Pesquisa de Mercado. A enquete, realizada em São Paulo e no Rio de Janeiro, teve como objetivo
entender qual a relação das crianças e dos adolescentes com o entretenimento e qual a relevância que atribuem à informação.
A opção pela internet se deve ao fato de ela oferecer uma grande variedade de conteúdo e ser controlada pelo próprio usuário. Além disso, permite que o internauta realize várias atividades simultaneamente e é um canal de informação rápida numa linguagem simples.
Neste seu segundo ano, o estudo foi aprofundado passando a levar em consideração os programas da TV por assinatura. Outro novo elemento foi a ênfase atribuída às respostas dos adolescentes (de 12 a 17 anos, das classes A, B, C e D), o que pode ser explicado pelo fato de este ser o público com menos opções na televisão.
Para determinar quais os programas preferidos destes jovens, primeiro procurou-se precisar quais valores e motivações os levam a explorar os meios de comunicação, quais características valorizadas e como ocorre a interação. A partir desta hierarquia de desejos, pode-se perceber que o meio que satisfaz a maior parte destes anseios é a internet. Dentre os sites mais acessados, estão os portais de comunicação interpessoal, como o MSN e o Orkut.
A pesquisa procurou mostrar o papel da televisão em um contexto de competição com outras mídias. O que se percebeu foi que, com o crescente espaço da internet no dia-a-dia dos jovens, diminuiu a atenção dada à televisão. Ela é vista, principalmente, como forma de entretenimento, o que é reafirmado pelo fato de, entre os programas preferidos pelos jovens, estarem aqueles com conteúdo humorístico. Além disso, estão na lista dos mais assistidos aqueles que tratam da temática adolescente, como os reality shows, seriados, novelas e etc.
No entanto, nas quatro horas diárias passadas na frente do aparelho, o jovem utiliza simultaneamente outros meios de comunicação, como a internet, o rádio e o telefone. Para atrair seu público, a televisão obedece ao desejo de fazer rir e acaba funcionando como uma forma de distração e entretenimento, prática e acessível para que o jovem não tenha que pensar em nada. Por isso, deixa de lado o papel de informar, algo que o adolescente faz por meio da mídia impressa. Apesar de pouco citados e de exigir maior tempo dos adolescentes, os jornais e revistas ainda são considerados o melhor meio de informação.
18/10/2005
http://aprendiz.uol.com.br/content/solophesle.mmp
Tags: TV
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